 |
|
 |
-
-
-
|
 |
-
|
 |
|
 |
-
-
-
|
 |
-
|
 |
-
-
-
|
 |
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
-
|
 |
|
 |
|
 |
|
 |
|
 |
|
 |
|
|
|
SAEPPO - Sustentabilidade Ambiental na Exploração & Produção de Petróleo offshore.
- Financiamento: ATLANTIS
- Apoio: Petrobrás S/A, LENOC, POSEIDON
- Objetivo: Dar suporte ao planejamento da industria do petroleo offshore.
- Pesquisador(es) Responsável(is): Kayo Soares, Renato David Ghisolfi, Ivan Soares
- Status: Em andamento
O projeto Sustentabilidade Ambiental na E&P de Petróleo offshore, tem como objetivo contribuir para que as atividades da industria do petróleo no mar tenham seus impactos ambientais minimizados visando a sustentabilidade e a preservação do bem estar ambiental para as gerações futuras. O petróleo é um bem finito, assim sendo, sua extração não é sustentável do ponto de vista do recurso energético, mas ambientalmente sua exploração, pode e deve ser responsável. Segundo o PNUD (Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento) um dos objetivos de desenvolvimento do milênio é garantir a SUSTENTABILIDADE AMBIENTAL ( http://www.pnud.org.br/odm/objetivo_7/ ), neste contexto, o projeto visa interagir varias ciências ligadas ao ambiente marinho, relacionando conservação ambiental e exploração de petróleo. Dentro do cenário de mudanças climáticas, fica difícil tratar em progresso econômico sem uma visão ambiental deste, ou seja, pensar no desenvolvimento sustentável. A definição mais aceita para desenvolvimento sustentável é o desenvolvimento capaz de suprir as necessidades da geração atual, sem comprometer a capacidade de atender as necessidades das futuras gerações. Essa definição surgiu na Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento, criada pelas Nações Unidas para discutir e propor meios de harmonizar dois objetivos: o desenvolvimento econômico e a conservação ambiental (http://www.ana.gov.br/AcoesAdministrativas/RelatorioGestao/Rio10/Riomaisdez/index.php.40.html ).
No caso particular da indústria petroleira, pelo fato de ser essa de alto risco para o meio ambiente, a preocupação é ainda maior, já que, nessa indústria, têm ocorrido muitos acidentes que causam derrames de petróleo em áreas marítimas e fluviais.
Além dos impactos ambientais notórios, esses tipos de acidente geram prejuízos diversos e abrangentes, como danos econômicos à indústria pesqueira ou a qualquer outra que utilize recursos marinhos como matéria-prima e também a inutilização de regiões turísticas.
Para evitar isso, busca-se adequar os avanços tecnológicos e econômicos á sustentabilidade do meio ambiente. Dentro desse conceito, diversos esforços vêm sendo feitos por vários setores.
A perspectiva de crescimento da exploração de petróleo offshore, com a descoberta de uma quantidade enorme de reserva deste na província petrolífera do pré-sal, coloca desafios para os órgãos de fiscalização ambiental e para comunidade cientifica brasileira, a previsão é que os campos do pré-sal estejam produzindo, a partir de 2017, mais de um milhão e 300 mil barris de petróleo por dia. Esse número corresponde a quase 70% do que a Petrobras produz por dia, hoje, no Brasil (Petrobras http://www2.petrobras.com.br/Petrobras/portugues/area_tupi.asp ). Um breve histórico do petróleo no Brasil pode ser obtido no site: http://www.mme.gov.br/mme/galerias/arquivos/pre_sal/Linha_do_tempo.pdf . Este corrobora com as afirmações que dizem que a exploração de petróleo no mar deve aumentar, sendo assim de suma importância esforços científicos para compreensão e previsão de possíveis impactos ambientais no meio marinho. |
|